Um povo que não se cala

abril 15, 2013

umpovo

Abaixo, um vídeo do vlog “Desce a Letra”, que mostra a visão de um cidadão (levado para o lado do humor) sobre o poder da mídia.

Mídia e ética

abril 15, 2013

etica

Os veículos de comunicação, sejam eles impressos, online, rádio ou TV, contribuem muito para a formação da opinião do leitor, ouvinte ou telespectador. Os jornalistas são os responsáveis por fundamentar e materializar uma ideia em uma matéria, notícia ou reportagem, seguindo alguns parâmetros, princípios e critérios de seleção, através de pesquisas, informações, experiência profissional, ideologias e favoritismo da empresa, interesses comerciais, condição social, econômica e intelectual.

Existem casos em que há a cumplicidade interpretativa do leitor para com o jornalista, ou seja, quando os dois partilham conhecimentos e opiniões. E alguns casos em que a opinião de quem fala não é a mesma de quem lê. O leitor pode ter sua própria ideia sobre o que está sendo julgado. Quando através de textos fortemente permeados pela opinião, construídos por adjetivos, advérbios e figuras de linguagem – retratando a clara distinção entre jornalismo opinativo e informativo –, o jornalista tenta convencer o leitor, estará prejudicando a credibilidade do veículo de comunicação e sendo arrogante e prepotente.
Formar opinião ou consciência?
O alcance da imprensa é tão forte que a considero o quarto poder, ao lado dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Na mídia, existem dois tipos de público, o articulado e o ingênuo. O articulado é aquele que possui bom nível de compreensão do mundo e da própria linguagem. O ingênuo é aquele cuja opinião deve ser construída pelos jornalistas. O jornalismo dedicado aos ingênuos, a despeito de todos os seus riscos, é um modo de exercer poder – o poder de dizer, qualificar, desqualificar, julgar e tornar “procedente e autorizada” a fala de quem diz.
Segundo Ryszard Kapuscinsky, jornalista polonês, antigamente a veracidade de uma notícia representava seu maior valor. Hoje basta que ela seja interessante. A partir desse trecho e sobre a política de manipulação da mídia em relação aos leitores, surge a questão: Jornalista, o profissional que vende conceitos, deve informar formando opinião ou consciência?

A “mídi(a)lienação”

abril 15, 2013

MIDIIALIENACAO

O título do blog diz muito sobre o que é mídia.

A todo tempo somos influenciados pela mídia. Seja por meio televisivo ou não, lidamos com a publicidade o tempo todo no dia-a-dia. Toda publicidade tem um intuito, seja ela para expor uma ideologia ou vender um produto. A publicidade quer atingir um público alvo para que essa tenha efeito (negativo ou não).

Mídia como meio de venda: Analisamos uma novela. Na novela, uma personagem usa roupa curta, usa creme de uma marca conhecida e tem o carro do ano. Cada item desses atingem um público. Os adolescentes do sexo feminino podem começar a usar mini-saias. As senhoras podem começar a usar o creme para pele. Os homens podem querer comprar o carro do ano. Nesse caso, se isso ocorrer, a propaganda será positiva.

Sem necessidade, compramos um celular novo, a mochila da moda, o tênis mais caro etc. para sermos aceitos na sociedade que é ligada diretamente aos bens materiais. Mas quem diz isso? A mídia. Seja de forma inconsciente ou não, a ideia de que para estarmos inclusos num meio, precisamos estar na “moda”, é uma ideia totalmente dada pela mídia.

Mídia como formadora de opinião: Analisamos um outdoor. Num outdoor que exponha a ideia de um mundo ideal, sem racismo, e que diz: “Quem tem vergonha de seu povo, tem vergonha de si mesmo.”, o indivíduo que lê, absorverá essa ideia e assim, pensará a respeito (ou não). Isso pode fazer com que ele mude e se posicione de outra forma dentro da sociedade.

Relação entre a mídia e o mito da caverna de Platão

O mito da caverna, de Platão, remete a várias questões atuais. A caverna pode ser entendida como tudo o que aliena as pessoas, desde a educação dos pais, a escola, até a religião e a política. Os prisioneiros (as pessoas) adquirem uma visão quase intransigente sobre diversos assuntos, pois só “enxergam” as “sombras” da realidade e, com isso, se fecham para outras visões de mundo. A mídia faz isso.

A mídia tem poder sobre a gente. A mídia é capaz de impor o que é certo e o que é errado, e se o indivíduo não tiver consciência de que está sendo influenciado a todo tempo, não conseguirá se colocar e se expressar dentro de uma sociedade onde cada indivíduo luta pelo seu espaço (ou pelo menos deveria).

O curta abaixo ilustra a alienação pela mídia:

Fonte: http://pt.scribd.com/doc/55539671/O-MITO-DA-CAVERNA-E-A-MIDIA

O crescimento da mídia digital

abril 15, 2013

midiadigital

Nos dias atuais, é fácil ver pessoas de todas as idades conectadas à aparelhos celulares com internet, tablets ou até mesmo notebooks na hora do almoço, isso porque a mídia digital está tomando conta de todo o mundo. O fato é que o mundo está cada vez mais online.

Assista abaixo, um vídeo que explica a “substituição”, senão quase domínio da mídia digital sobre a sociedade:

O Brasil deve chegar ao fim de 2013 com cerca de US$ 20,3 bilhões investidos em publicidade online e isso vai dobrar até 2016, afirma estudo do eMarketer.

Estimase que o investimento em publicidade digital este ano será 13,7% maior que o de 2012, o que colocaria o meio digital na segunda colocação entre os anunciantes, atrás apenas da TV aberta.

Esse crescimento no volume de anúncios nos meios digitais tem como explicação o crescimento do uso de internet nas residências brasileiras e o aumento do poder aquisitivo das famílias.

Fonte: Digital Signage Brasil

Evolução da mídia na história

abril 14, 2013

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Hoje em dia, é fácil ver a diferença de celulares de 3 anos atrás para celulares atuais. Nota-se também que as pessoas levam mais tempo no computador do que lendo jornais ou revistas, isso porque o conteúdo das mesmas podem ser encontradas facilmente na internet. Isso não é um fato nacional, é mundial.

Ao longo do tempo, a mídia passou por grandes transformações. Essas transformações são consequências de um avanço tecnológico e/ou econômico na sociedade. Seja na mídia impressa, radiofônica, televisiva ou internet, dentro desses ramos, os aparelhos e também a estrutura para alcançar o público alvo, sofreram transformações notáveis.

A EVOLUÇÃO DA TELEVISÃO E MÍDIA TELEVISIVA

Evolução da televisão durante os anos

O primeiro equipamento de televisão foi apresentado por Paul Nipkow (1885), na Alemanha, segundo Sampaio (1984) o aparelho era capaz de funcionar a base da transmissão de imagens em movimento por meio de fio condutor. Alguns anos depois, o equipamento foi aperfeiçoado e aplicado em transmissões regulares, tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos. Somente no final da década de 1940 que o empresário brasileiro Francisco Assis Chateaubriand Bandeira de Melo providenciou o aparelhamento para instalar uma emissora de televisão em São Paulo.

Após um ano da inauguração da difusora em São Paulo, o segundo Estado brasileiro a ter uma emissora associada foi o Rio de Janeiro, cujo estúdio improvisado transmitia com aparelhos instalados no alto do Pão de Açúcar. Dessa forma a televisão surge no Brasil na década de 50 com todas as dificuldades comuns à época e como qualquer outro início de empreendimento, mas que com o tempo se transformou em um mecanismo publicitário muito poderoso.

As mudanças significativas para a televisão não ficaram restritas ao universo da programação, que foi abalada com a chegada da televisão a cabo e as fitas de vídeos, havia uma preocupação cada vez maior com a resolução de imagem e a compatibilidade desta com os sistemas de informação.

Na busca de uma forma de melhorar a padronização da resolução original para uma imagem mais clara e detalhada, conhecida atualmente como HDTV (high-definition television), os japoneses propuseram um novo padrão a partir de 1981, que segundo Straubahaar & La Rose (2004) permitiu um aspecto da imagem televisiva mais retangular como o de cinema, no lugar da tela quadrada.

Dessa forma a tecnologia digital está baseada no sistema de processamento por computadores para converter toda informação em sinais que se assemelham ao ligado/desligado dos números binários, que representam à base das linguagens de computadores.

A EVOLUÇÃO DO RÁDIO E DA MÍDIA RADIOFÔNICA

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Evolução do rádio ao longo do tempo

Foi Guglielmo Marconi (1874 — 1937), físico e inventor italiano, que desenvolveu a tecnologia de transmissão de voz sem fios e, portanto é considerado o inventor do rádio. Marconi realizou, em 1895, o primeiro teste de transmissão de sinais sonoros, tendo sucesso em seus experimentos. Para fundamentar sua pesquisa, ele utilizou basicamente os estudos sobre ondas electromagnéticas que poderiam propagar-se no espaço, formulada por James Clerk Maxwell.

O Brasil foi um dos primeiros países do mundo a realizar experimentações de transmissão de voz humana sem fio, sendo o Padre Landell de Moura o primeiro a patentear tal instrumento em 1892, que ocorreu simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos.

Quanto a Radiodifusão em território brasileiro, relatos mostram que as primeiras demonstrações ocorreram na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 1922, durante as comemorações do Centenário da Independência.

Posterior a esta demonstração pública, já estavam à disposição da sociedade em geral diversas publicações que ensinavam a montar receptores, algumas diziam ainda que seus esquemas iria permitir a construção de rádios tão poderosos que captariam transmissões de qualquer parte do mundo.

Os kits completos de montagem começaram a aparecer durante este período, sendo a grande maioria formada por partes importadas dos Estados Unidos ou da Europa Ocidental. De acordo com Sampaio (1984), a primeira sociedade de rádio regular no Brasil foi criada no Rio de Janeiro, a capital do país na época.

A EVOLUÇÃO DA MÍDIA IMPRESSA

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A Evolução da Escrita

A escrita, que foi inventada pelos sumérios, em aproximadamente 3.500 a.C. possibilitou ao homem transmitir de forma segura e sem alterações de conteúdo, o que geralmente aconteciam na transmissão oral. Relatos mostram que foram os gregos, com as Efemérides e os antigos romanos, com as Actas, que moldaram uma espécie de jornalismo pré-tipográfico.

O meio de divulgação mais comum até então era verbal, existindo poucos documentos escritos, em sua grande maioria releituras. Com o ressurgimento das artes e do comércio, no período final do Feudalismo e início do Renascimento, abriram-se novas perspectivas para o jornalismo.

O crescimento econômico vivenciado pelas cidades com a expansão do comércio, fator capaz de financiar o renascimento das artes e das ciências, fez crescer a necessidade de informações mais detalhadas sobre o que acontecia nas cidades, como suas características econômicas. Tal necessidade de informações criou espaço para uma demanda de instrumental técnico que facilitasse sua divulgação.

Os livros, jornais e revistas transformaram a civilização e moldaram a esfera pública moderna, modificando a cultura. Nesse sentido a Revolução Gloriosa Inglesa, a Revolução Francesa e a Revolução Americana devem muito à imprensa, ainda que os jornais impressos
tivessem uma circulação restrita, já que eram caros e haviam poucos alfabetizadas.

A máquina a vapor de impressoras proporcionou o desenvolvimento da tipografia e os processos industriais da fabricação do papel, reduziu os custos da produção dos jornais e livros, aumentando consideravelmente o número de cópias.

Atualmente todos os jornais disponibilizam na internet parte de suas matérias, suas principais manchetes e muitos já se tornaram provedores, desta forma o usuário pode acessar ao conteúdo integral das notícias. Com o aumento de computadores conectados a internet e o elevado número de compras efetuadas online, tornou-se lucrativo para os jornais manterem os seus sites atualizados diariamente, assim como um amplo espaço para a publicidade.

A EVOLUÇÃO DA INTERNET

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Os cientistas de computadores começaram a procurar meios de fazer a comunicação de dados ser mais rápida e escandi-la de forma mais eficiente sobre áreas cada vez mais amplas. Em meados de 1966, iniciou-se experimentos com uma rede de área ampla (wide are network ou WAN), dedicada a pesquisa nas áreas de defesa e projetos de desenvolvimento, foi a primeira WAN operacional, em 1973 a precursora da Internet de hoje.

Atualmente qualquer indivíduo que tem acesso a um computador com conexão a Internet, cujo conjunto de recursos tecnológicos coloca à disposição um ponto de acesso que disponibiliza uma grande quantidade de informação e possibilidades de acesso a serviços diversificados. O uso e evolução da Internet facilitaram a comunicação entre empresas e pessoas no mundo todo.

A chegada da internet foi um marco importante para o desenvolvimento e incremento da informação, por meio da divulgação instantânea de imagens e sons, além da troca de informações entre computadores e acesso a bancos de dados.

A internet representa uma excelente oportunidade de reunir o rádio, a tv e o jornal, em um só ambiente. Nesse sentido o desenvolvimento da TV digital que permite aos computadores manipularem essas imagens e integrando-as de forma totalmente compatível.

Fonte:  http://repositorio.uniceub.br/bitstream/123456789/2761/1/20266495.pdf

O que é mídia?

abril 14, 2013

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A mídia é uma expressão usada para designar os principais veículos de um determinado sistema de comunicação social, considerando os setores tradicionais – Emissoras de Rádio e TVs, Jornais, Revistas e agora a Internet, a grande mídia internacional. Através dos veículos de comunicação, uma ideia ou opinião, particular ou de um grupo, pode ser propagada.

Veja abaixo, um vídeo que mostra diversas opiniões sobre o que é mídia:

Fonte: http://www.sfbbrasil.org/midia_o_que_e.htm